Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Quarta-feira, 07 Maio, 2008
Depois de mais de um mês sem resposta sobre o caso de Isabella Nardoni, que era manchete diariamente nos jornais, a imprensa deixou a novela de lado e mudou de canal. Apesar de ainda noticiar, agora com poucas palavras, que as investigações seguem para o fim, sendo o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta respectivamente da menina, os principais suspeitos oficialmente, agora é a vez de Ronaldo ser o boneco de vudu.
O escândalo envolvendo o jogador com travestis conquistou o gosto da emissora. Depois que o fenômeno contratou rapazes por engano para um programa em motel, o “Fantástico” abriu espaço para Ronaldo esclarecer o ocorrido, conquistando expressivos índices de audiência.
Mas ele não escapou dessa assim tão fácil: O programa humorístico “Casseta e planeta urgente” aproveitou essa mesma entrevista dada à revista eletrônica semanal e fez hilariante comédia ridicularizando a versão concedida ao “Fantástico”, aproveitando para criar “produtos” das “Organizações Tabajara”, o programa praticamente foi só de Ronaldo.
Logo em seguida veio o “Toma lá da cá” que teve por tema as eleições presidenciais dos Estados Unidos entre Hillary Clinton e Barack Obama, principais candidatos para suceder Jorge W. Bush.
No episódio desta terça, 5, no “Jambalaya”, prédio onde se passa toda a história, houve eleição para síndico onde Dona Álvara (Stela Miranda) queria reeleição e Arnaldo (Diogo Vilela) e Celinha (Adriana Esteves) também concorreram.
Tudo começou quando Dona Álvara invadiu o terreno de Mário Jorge (Miguel Falabella) para comemorar sua vitória antecipada com um churrasco. Mário Jorge não gostou e disse que se canditaria a síndico para derrubar Álvara. Ela contra-atacou dizendo que ele não se elegeria porque usou o cartão coorporativo do prédio enquanto era síndico provisório noutro episódio.
Mario Jorge Indicou sua mulher, Celinha, em seu lugar que depois passou-se por Hillary Clinton. Arnaldo também gostou da idéia e se candidatou, mais negro do que nunca, porque ficou muito tempo em câmara de bronzeamento artificial, numa imitação de Barack Obama.
Em assembléia com outros condôminos muitas revelações da vida dos adversários foi feita por Dona Álvara, e já que ela ficava fazendo fofocas os dois acharam melhor que eles mesmos confessassem as coisas.
Mário Jorge confessou que teve um caso extraconjugal, dando a entender que ele se passava pelo marido de Hillary, Bill Clinton. Celinha, a “Hillary”, chama o marido ao palco e diz que o perdoa (assim como a verdadeira Hillary Clinton fez).
Arnaldo apela com discursos para os negros assim como Barack Obama faz, como tudo naquele condomínio é verdadeira comédia, nenhum dos dois candidatos conseguiu sequer um voto, e Dona Álvara se reelegeu facilmente.
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