Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 21 Novembro, 2009
Eu não vou me submeter às suas regras, às suas ordens infundamentadas
não adianta excércitos armados, meu punhal de inteligencia detona
todas as bombas do destino que parece irremediavel
Só sei que de imediato não me deixo abater
nem que duzentos homens e outros tantos à cavalo
façam-me correr, não adianta, eu me vingo, eu te venço
eu não me vendo [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sexta-Feira, 20 Junho, 2008
Aqui tá difícil, não conheço nada, não tenho amigos
aí o mundo pára cedo, você não vê o sol se pôr
mas aqui, meu amor, a gente trabalha com fervor
não tem descanso, ninguém pra curar nossa dor
Queria mudar a nossa realidade
enfrentar as armadas
pra dar mais sossego as amadas da nossa pátria
não adiantou.
Eles eram muitos e o poder [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Domingo, 01 Junho, 2008
Seu silêncio virá do sofrimento
seus pulsos serão cortados
ou será melhor beber veneno?
Seu jeito de ser me irrita
esse seu modo de falar
me causa até alergia
vou fazer você calar essa boca
que tanto atrapalha a minha vida
Você não terá mais controle de nada com meu plano em ação
vou dilacerar sua alma, fazer sua carne arder
e seus pés estarão [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 26 Janeiro, 2008
Ando mas não saio do lugar,
pisco mas não vejo,
como mas ainda sinto fome.
Sofro e não aprendo,
durmo e ainda tenho sono.
Me calo mas me escuto.
Eu choro e lágrimas não caem
e falo mas palavras não saem
e xingo mas ninguém afeto.
Me corto e não sinto dor,
é verão e os termômetros
marcam quarenta,
mas não sinto calor.
Sou um ser sem sinais [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 19 Janeiro, 2008
Por saber que seus doces lábios
tocaram os amargos lábios
de outro homem fedendo à cigarro,
me enoja.
Saber que seu lindo corpo
foi vasculhando pelas
patas imundas de outro homem,
me enoja.
Saber que ele fez quantos carinhos
ele quis fazer, e que vi você ceder,
me enoja.
É nojento e repugnante saber que
a mulher que amo está com outro,
que ela sabe disso, porque já [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sexta-Feira, 04 Janeiro, 2008
Se eu quisesse chorar pela sua partida eu choraria,
se eu quisesse esquecer a minha vida pra te procurar, esqueceria
Se eu fosse louco por você, eu se esqueceria de mim pra ter você.
Mas sabe, acabei de crer que não sou tão louco assim,
talvez eu dissesse a você que era em algum momento,
e posso até estar sendo [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sexta-Feira, 28 Dezembro, 2007
Eu estou aqui jogada no sofá
porque não há ninguém pra me amar
então eu deixo a melancolia entrar
e me bater, arrebentar.
Deixo que me jogue na cama
e que eu fique chamando
pelo nome do homem
que não me ama.
E na cama, maldita,
és outra, bandida,
oferecida, se vendeu,
e você à comprou.
Canalha, tô aqui sofrendo,
querendo você do meu lado,
bebendo, depressiva,
caí em goles [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 08 Dezembro, 2007
olhos cansados, pálpebras caídas,
já doídas de tanto piscar rapidamente
num ato solene veio à se fechar,
eu chorando vim à derramar
gotas dos olhos que ainda
piscavam ardidos sobre
o corpo do meu mais querido amigo,
João Baltazar.
Velho guerreiro, amigo, companheiro,
à sua honra eu hei de zelar,
todos os feitos e conquistas
não irão se dissipar
ao longo dos anos,
todos irão lembrar,
nem que seja [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Terça-feira, 27 Novembro, 2007
Ouça o ódio que eu canto
veja o terror em cada canto
eu não vou te dar descanso
quero que derrame sangue seu
que jorre terror no breu
e que você trema de medo se possuir algo meu.
Não ouse me encarar nos olhos
se não quiser perder seus sonhos
porque no fundo da minha alma
não tem nenhuma criança sorrindo
há apenas um homem [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Segunda-feira, 05 Novembro, 2007
Pensa que eu te quero?
Engana-se.
Pensa que eu te desejo?
Engana-se.
Pensa que quero seu beijo?
Engana-se.
Engana-se quando pensas que estou aos seus pés,
que estarei aqui quando você quiser…
Não, eu não vou estar a sua disposição
não vou deixar de me amar
pra amar você em primeiro lugar…
Sabe do que mais?
suma daqui!
Não quero mais te ver
faz-me mal te ter ao meu [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Quinta-feira, 11 Outubro, 2007
Escrevo devagar e pensando muito,
as vezes digo e volto atrás,
as vezes jogo palavras soltas no ar
ou mesmo colando as idéias a fim de arrumar
conceitos, opiniões, respostas para um fato,
um ato, ou o que der vontade de comentar.
Escrevo dizendo verdades,
futucando autoridades,
dizendo o que me der vontade.
Comento relatos da atualidade.
Do que já passou também digo,
não minto,
é a [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Terça-feira, 02 Outubro, 2007
Cortarei os pulsos da minha alma
trarei paz ao espiríto desse jeito
já que não encontro as soluções que busco,
já que esse mundo é absurdo,
não viverei mais aqui.
Partirei.
Para outro plano mais calmo e menos perturbado,
me elevarei.
Deixarei a carne, o corpo, a mente deficiente de respostas.
Buscarei na nova oportunidade, responder a todas as dúvidas e angústias.
Talvez eu seja [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Terça-feira, 18 Setembro, 2007
A roda do seu carro passou pela minha cabeça abriu num mar de sangue,
você não viu.
Meu crânio abriu em mil,
você não viu.
Fraturou minha mão, meu dedo caiu,
e você, mais uma vez, não viu.
Meu sangue jorrou,
um rio na rua se formou,
mas você não me olhou,
me atropelou, passou por cima de mim,
passou no sinal e sumiu
deixando-me ali [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Quarta-feira, 12 Setembro, 2007
A morte me encarou
era uma noite fria de lua cheia
nenhuma estrela nem nada
céu vazio sem nuvens e o mar enfurecido
cometeria suicídio ali mesmo na orla da praia
e depois as ondas me engoliriam
sangue jorraria das minhas veias
atrairia tubarões que consumiriam minha carne rapidamente.
Um tiro, só um tiro
uma bala romperia minha cabeça
calaria minha alma
esfriaria meu coração
levantei a [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Terça-feira, 14 Agosto, 2007
O poema que você vai ler agora, é uma viagem ao trágico acidente das torres gêmeas em Nova York, um personagem fictício nos conta como foi uma das maiores tragédias de um país desenvolvido:
Salvo por um ato de coragem,
por uma pessoa que não me conhecia
e mesmo assim não hesitou em se arriscar por mim.Era 11 [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Quarta-feira, 01 Agosto, 2007
Monitoro minha conduta perto de você,
tento calar os meus impulsos, mas não consigo em certos momentos.
Tem vezes que o que me falta é pular nos seu braços,
mas isso infelizmente não é mais permitido.
Não é mais permito ter o seu carinho,
ver o seu rostinho, nem nada.
Estou longe de casa, sozinho,
por fora me faço de forte para [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 28 Julho, 2007
Eu não sou o que pensam que sou.
Dizem que sou doidão, mas esse lugar não é pra mim.
aqui fazem coisas que você não vai acreditar,
dizem que é parte de um tratamento, mas na verdade estão me enlouquecendo.
Eu não preciso de tratamento,
não preciso de drogas para me livrar das drogas.
Não devia nem estar aqui, eu sou [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Quarta-feira, 18 Julho, 2007
Pensam que somos babacas,
que não sabemos de nada do que está acontecendo,
é absurdo o que os homens de colarinho estão fazendo.
Brincam com várias vidas e fingem que está tudo bem,
acidentes graves são as provas que precisávamos
para ter certeza
que os homens das mesas que gerenciam esse país não fazem absolutamente nada.
Sabemos das crises e apagões,
só não [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Terça-feira, 10 Julho, 2007
Tudo começou como brincadeira
éramos apenas crianças
mas à medida que crescemos
tornou-se paixão verdadeira.
Lembra-se das nossas brincadeiras de infância, meu amor?
da sua ingenuidade, simplicidade,
do seu vestido branco cheio de delicadezas?
recordaste daquelas brincadeiras de roda com os vizinhos?
Você consegue lembrar de quando me conheceste?
Ah, aquele dia…
Foi único aquele dia…
Vi-te vermelha e corada pela primeira vez…
Sempre te observei de [...]
Publicado por: Jefferson de Souza Gomes em: Sábado, 07 Julho, 2007
Quem eu gostaria que morresse não morre,
quem eu gostaria que me amasse não me ama, e acho que nem vai amar.
Quem eu gostaria de salvar, morreu
e quem gostaria de acabar comigo não consegue.
Quem gostaria do meu amor, não dei.
e quem eu gostaria de presentear com uma flor não me notou.
Mas um dia vi você e [...]
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